Claro que o Ministério Público não iria deixar barato para o relator da CPI do MP, deputado Jailson Lima (PT).
O deputado, que busca a reeleição, está inserido dentre os 16 pedidos de impugnação de candidaturas para as eleições de outubro/2014, apresentados pelo MPE ao TRE/SC.
Seria uma forma de retaliação ao parlamentar que denunciou irregularidades do MP na compra de uma nova sede para o órgão no valor de R$ 123 milhões e na contratação de operadora de telefonia por R$ 41 milhões, ambos com dispensa de licitação?
E o mesmo não teria ocorrido com o deputado Romildo Titon (PMDB), que invocou os colegas a assinarem o requerimento para a constituição da CPI do MP?
Resultado: Romildo foi afastado da presidência da Assembléia Legislativa/SC, após denúncias do MP.
Estranho, não?
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